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Desde que foi lançado pela Secretaria de Estado de defesa e Cidadania do Estado de Rondônia o edital nº 01/2017, que versa sobre a contratação de serviço voluntário de Assistentes Sociais e Psicólogos para prestarem serviços nas Unidades Integradas de Segurança Pública - UNISPs, o Conselho Regional de Serviço Social se posicionou contrário a essa modalidade de contratação, por entender ser uma forma de precarização do trabalho e exploração da mão de obra de profissionais que investiram em formação, e dispenderam de gastos financeiros para obterem o registro profissional e pagarem suas anuidades junto a esse Conselho Regional.

 

Dentre as ações adotadas por este Conselho Regional de Serviço Social está à publicação de uma nota de repúdio contra o referido edital, e por último uma reunião do vice-presidente do Conselho Regional Eder Fernando Machado com o Secretário de Estado de Segurança Defesa e Cidadania, ocasião em que foi externada pelo Vice-Presidente do Conselho, a indignação de toda categoria com o referido edital, foi questionado também sobre uma recente contratação de pessoal administrativo voluntário de nível médio para a Polícia Militar e Bombeiros Militares realizado pela SESDEC, por um valor de remuneração mensal de aproximadamente R$ 1500. O secretário de estado disse que é outra situação e foi redutível na ideia de explorar essas categorias profissionais (Assistentes Sociais e Psicólogos), sobre a alegação de o profissional receber R$ 35,00 por dia trabalhado.


O Conselho Regional de Serviço Social Convida os profissionais a se valorizarem, pois, entende não ser justo que o profissional gaste com formação acadêmica, registro no Conselho de Classe e anuidades, para após ser explorado pelo Estado somente a troco de alimentação e transporte, sendo que a maioria das pessoas ao procurarem cursar o nível superior já o faz por galgarem em melhores condições de vida, trabalho e renda familiar, assim sendo o CRESS RO não se posiciona contra a prestação de serviço voluntário, desde que, seja de livre espontânea vontade do profissional, de uma forma que não atrapalhe seu trabalho remunerado e que não seja usado como forma de precarização de mão de obra e consequentemente em desvalorização do Serviço Social em Rondônia.


O CRESS RO Convida os Assistentes Sociais a dizerem “NÃO À EXPLORAÇÃO” e compartilharem a ideia de não trabalhar de graça para o Estado.

 

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